Futuro tudo

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Contact TheatreO festival Future Everything 2010 (antigo FutureSonic, onde também estive em 2008) resolveu levar a sério o princípio de reinventar o formato da conferência internacional para tempos hiperconectados e ecologicamente conscientes. No coração da programação para esse ano estava a Glonet, um grande intercâmbio em tempo real entre Japão, Reino Unido, Brasil e Canadá. Foram realizados paineis conjuntos entre Manchester e cada uma dessas localidades.

No Brasil, um pessoal estava no MASP, fazendo apresentações e participando da apresentação de Manchester. Foi uma costura interessante entre o Future Everything, British Council e o Arte.Mov. Lucas Bambozzi coordenou as mesas desde o Brasil. Foi a primeira vez que vi videoconferência remota realmente funcionando: havia uns gaps, uma ou outra falha de áudio, mas no geral rolou muito bem. Assisti à abertura em sampa, tive que sair durante a apresentação do Wisnik e depois vi as falas da Giselle Beiguelman e do Cícero Silva.leia mais >>

Lift 10 - MetaReciclagem - Futuros Conectados no Brasil

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Programação visual da LiftNa semana passada palestrei na Lift Conference, em Genebra. Os dias na cidade foram interessantes - e mais frios do que eu esperava. Encontrei o camarada bricoleiro Alejo Duque, senti um pouco do clima internacional, com o que tem de bom e ruim, bebi o melhor chocolate quente da minha vida na Chocolaterie du Rhône e comi um verdadeiro fondue suíço.
A mostra da Escola de Arte e Design, depois de uma olhada mais profunda, tinha algumas coisas interessantes. Uma delas era o experimento de Ka Fai Choy sobre a memória muscular de movimentos - Eternal Summer Storm. Usando eletrodos para controlar o movimento de alguns músculos, ele tenta recriar os movimentos de uma performance clássica de teatro japonês.
Eternal Summer Storm
Mas quase todo o restante da conferência era puro interesse corporativo: consultorias, startups, publicidade, aquele clima de dinheiro fácil e especulação forte. Já cansado desse clima, me surpreendi logo no primeiro dia, ao encontrar o pessoal do teach me to make fazendo um workshop. Puro espírito gambiológico em ação! Troquei contatos, e ainda vou conversar mais com eles.
Teach me to make
Useless but coolleia mais >>

Lift 10 - MetaReciclagem - Futuros Conectados no Brasil

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Programação visual da LiftNa semana passada palestrei na Lift Conference, em Genebra. Os dias na cidade foram interessantes - e mais frios do que eu esperava. Encontrei o camarada bricoleiro Alejo Duque, senti um pouco do clima internacional, com o que tem de bom e ruim, bebi o melhor chocolate quente da minha vida na Chocolaterie du Rhône e comi um verdadeiro fondue suíço.

A mostra da Escola de Arte e Design, depois de uma olhada mais profunda, tinha algumas coisas interessantes. Uma delas era o experimento de Ka Fai Choy sobre a memória muscular de movimentos - Eternal Summer Storm. Usando eletrodos para controlar o movimento de alguns músculos, ele tenta recriar os movimentos de uma performance clássica de teatro japonês.

Eternal Summer Storm

Mas quase todo o restante da conferência era puro interesse corporativo: consultorias, startups, publicidade, aquele clima de dinheiro fácil e especulação forte. Já cansado desse clima, me surpreendi logo no primeiro dia, ao encontrar o pessoal do teach me to make fazendo um workshop. Puro espírito gambiológico em ação! Troquei contatos, e ainda vou conversar mais com eles.

Teach me to make

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Entrevista - MSST

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Glerm me entrevistou (e entrevistou também mais um monte de gente) para o blog do MSST (Movimento dos sem-satélite). Abaixo a minha parte:
2010/5/5 glerm soares:
> Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste
> sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo
> "cultura livre"?
Eu comecei a ler sobre software livre muito antes de usar software livre. Lá por 2000 e 2001, tava começando a tentar entender as possibilidades de criação e inovação colaborativas entre pessoas que se relacionavam por redes. Ao mesmo tempo em que o Hernani Dimantas me passava umas dicas de leitura (manifesto cluetrain, hakim bey, outros), eu ia aprendendo um pouco sobre o software livre em termos mais conceituais. Quando resolvi tentar transformar essas ideias colaborativas em um sistema de "gestão da inovação" (foi mal, eu trabalhava em empresa e falava a língua delas nessa época) é que pude ter um contato mais direto com o código aberto e livre. Instalei e estudei o Zope. Montei uns sisteminhas toscos. Conheci um script pronto de CMS que imitava o slashdot e outro que implementava um "wiki", que na época eu nem sabia o que era. Gostei daquilo, mas achava o zope muito pesado.
Comecei a brincar com scripts livres que rodavam em PHP: phpnuke, postnuke, b2, nucleus e outros. Em 2002 com o projeto Metá:Fora e a necessidade de fazer um site pra organizar informação, configurei um phpwiki e isso foi o começo de uma história longa que entre outras coisas desembocou na MetaReciclagem.leia mais >>

Entrevista - MSST

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Glerm me entrevistou (e entrevistou também mais um monte de gente) para o blog do MSST (Movimento dos sem-satélite). Abaixo a minha parte:
2010/5/5 glerm soares:
> Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste
> sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo
> "cultura livre"?
Eu comecei a ler sobre software livre muito antes de usar software livre. Lá por 2000 e 2001, tava começando a tentar entender as possibilidades de criação e inovação colaborativas entre pessoas que se relacionavam por redes. Ao mesmo tempo em que o Hernani Dimantas me passava umas dicas de leitura (manifesto cluetrain, hakim bey, outros), eu ia aprendendo um pouco sobre o software livre em termos mais conceituais. Quando resolvi tentar transformar essas ideias colaborativas em um sistema de "gestão da inovação" (foi mal, eu trabalhava em empresa e falava a língua delas nessa época) é que pude ter um contato mais direto com o código aberto e livre. Instalei e estudei o Zope. Montei uns sisteminhas toscos. Conheci um script pronto de CMS que imitava o slashdot e outro que implementava um "wiki", que na época eu nem sabia o que era. Gostei daquilo, mas achava o zope muito pesado.
Comecei a brincar com scripts livres que rodavam em PHP: phpnuke, postnuke, b2, nucleus e outros. Em 2002 com o projeto Metá:Fora e a necessidade de fazer um site pra organizar informação, configurei um phpwiki e isso foi o começo de uma história longa que entre outras coisas desembocou na MetaReciclagem.leia mais >>

Entrevista - MSST

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Glerm me entrevistou (e entrevistou também mais um monte de gente) para o blog do MSST (Movimento dos sem-satélite). Abaixo a minha parte:leia mais >>

Chegada em Genebra e começo da Lift

Chegamos a Genebra ontem, depois de um vôo noturno sobre o Atlântico e uma escala em Lisboa. Não dormi, mas também não tivemos mais percalços. A alfândega em Lisboa é bem tranquila, nenhuma incomodação.

A Suíça tem aquela imagem utópica da infraestrutura que funciona - chegando no aeroporto, pegamos um ticket grátis que nos dava oitenta minutos livres no transporte público. Depois do check-in no hotel que o evento reservou (cujo site parece de motel, mas é bem normal), ganhamos cartões que nos dão acesso livre a todo o transporte público durante todos os dias que estivermos na cidade. Os ônibus são limpos e chegam na hora exata.

Capotamos à tarde, tentando minimizar o jet-lag. À noite, saímos com o pedaço da família que estava em Londres e veio pra uma cidade aqui perto, passar o aniversário da minha companheira (que é hoje, e eu não tô lá com ela :P). Jantamos perto da cidade antiga, saímos para um rolê. Tá frio como um inverno paulistano, mas a galera daqui parece feliz com a primavera. Vi até pernas de fora na rua.

Demorei pra dormir, tava meio tremendo, meio tenso. Jet-lag puro.leia mais >>

Quase saindo

Quase partindo pro rolê do lado de lá do Atlântico, pra participar de duas conferências e encontrar pessoas & projetos interessantes. Bem menos pronto do que deveria, a quatro dias da viagem. Ainda nem pensei direito na mala. Mas os convites, a passagem, o passaporte e a escova de dentes estão em cima, então o resto é fácil. O fato de terem rolado os convites para as duas conferências, e ainda a seleção no edital de intercâmbio do Minc, possibilitou criar um roteirinho interessante:leia mais >>

RedeLabs

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Estou organizando a plataforma RedeLabs, que tem por objetivo definir estratégias para uma rede de espaços de articulação e produção de cultura digital, arte eletrônica e novas mídias. Configurei um blog e um wiki para ir documentando o processo:

http://culturadigital.br/redelabs http://redelabs.org

RedeLabs

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Estou organizando a plataforma RedeLabs, que tem por objetivo definir estratégias para uma rede de espaços de articulação e produção de cultura digital, arte eletrônica e novas mídias. Configurei um blog e um wiki para ir documentando o processo:

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