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Lift 10 - MetaReciclagem - Futuros Conectados no Brasil

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Programação visual da LiftNa semana passada palestrei na Lift Conference, em Genebra. Os dias na cidade foram interessantes - e mais frios do que eu esperava. Encontrei o camarada bricoleiro Alejo Duque, senti um pouco do clima internacional, com o que tem de bom e ruim, bebi o melhor chocolate quente da minha vida na Chocolaterie du Rhône e comi um verdadeiro fondue suíço.
A mostra da Escola de Arte e Design, depois de uma olhada mais profunda, tinha algumas coisas interessantes. Uma delas era o experimento de Ka Fai Choy sobre a memória muscular de movimentos - Eternal Summer Storm. Usando eletrodos para controlar o movimento de alguns músculos, ele tenta recriar os movimentos de uma performance clássica de teatro japonês.
Eternal Summer Storm
Mas quase todo o restante da conferência era puro interesse corporativo: consultorias, startups, publicidade, aquele clima de dinheiro fácil e especulação forte. Já cansado desse clima, me surpreendi logo no primeiro dia, ao encontrar o pessoal do teach me to make fazendo um workshop. Puro espírito gambiológico em ação! Troquei contatos, e ainda vou conversar mais com eles.
Teach me to make
Useless but coolleia mais >>

Chegada em Genebra e começo da Lift

Chegamos a Genebra ontem, depois de um vôo noturno sobre o Atlântico e uma escala em Lisboa. Não dormi, mas também não tivemos mais percalços. A alfândega em Lisboa é bem tranquila, nenhuma incomodação.

A Suíça tem aquela imagem utópica da infraestrutura que funciona - chegando no aeroporto, pegamos um ticket grátis que nos dava oitenta minutos livres no transporte público. Depois do check-in no hotel que o evento reservou (cujo site parece de motel, mas é bem normal), ganhamos cartões que nos dão acesso livre a todo o transporte público durante todos os dias que estivermos na cidade. Os ônibus são limpos e chegam na hora exata.

Capotamos à tarde, tentando minimizar o jet-lag. À noite, saímos com o pedaço da família que estava em Londres e veio pra uma cidade aqui perto, passar o aniversário da minha companheira (que é hoje, e eu não tô lá com ela :P). Jantamos perto da cidade antiga, saímos para um rolê. Tá frio como um inverno paulistano, mas a galera daqui parece feliz com a primavera. Vi até pernas de fora na rua.

Demorei pra dormir, tava meio tremendo, meio tenso. Jet-lag puro.leia mais >>

Debate Gambiologia na Campus Party

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Na noite de quinta-feira, 28, realizamos no palco de design da Campus Party o debate sobre Gambiologia. A ideia era lançar a versão beta da publicação que vamos finalizar em março, aproveitando pra abrir o debate e chamar mais gente pra colaborar. Não chegamos a publicar essa versão beta antes do debate. A parceria que ia rolar para a editoração não ia acontecer a tempo. Lancei um desafio pra alguém fazer pelo menos uma versão temporária. Sei que a Teia e a Goa trabalharam em uma versão durante a tarde, mas na hora do debate nenhuma das duas estava presente (Teia foi atacada por uma salada de frutas do inferno e Goa já tinha ido embora). Tudo bem, é parte de lidar com a instabilidade. A versão temporária acabou sendo publicada só hoje no wiki da MetaReciclagem.leia mais >>

Debate Gambiologia na Campus Party

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Na noite de quinta-feira, 28, realizamos no palco de design da Campus Party o debate sobre Gambiologia. A ideia era lançar a versão beta da publicação que vamos finalizar em março, aproveitando pra abrir o debate e chamar mais gente pra colaborar. Não chegamos a publicar essa versão beta antes do debate. A parceria que ia rolar para a editoração não ia acontecer a tempo. Lancei um desafio pra alguém fazer pelo menos uma versão temporária. Sei que a Teia e a Goa trabalharam em uma versão durante a tarde, mas na hora do debate nenhuma das duas estava presente (Teia foi atacada por uma salada de frutas do inferno e Goa já tinha ido embora). Tudo bem, é parte de lidar com a instabilidade. A versão temporária acabou sendo publicada só hoje no wiki da MetaReciclagem.
Como não tínhamos a publicação para lançar, foi providencial que a Tati tenha levado três bolos (afinal, se não havia PDF a gente daria o bolo na galera ;)). Servimos o bolo e conversamos um pouco na bancada da MetaReciclagem, e por volta das 20h nos aproximamos do palco. Já estavam por lá, dos convidados, Marcus Bastos (e Gisela Domschke, que teve que sair), Lucas Bambozzi, André Lemos, Lucas Mafra e Fred Paulino, Guilherme Maranhão e Hernani Dimantas. Mais tarde chegaria Sergio Amadeu. Assistindo, mais um bando de gente próxima: Dalton Martins, Drica Guzzi, Ike Moraes, Daniel Hora, Roberto de Carvalho, Lu, Guima, Cesinha, Gus e mais gente (não vou lembrar de todxs, desculpem), além de alg1s desconhecidxs.leia mais >>

No coração do espetáculo

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 Tá começando a terceira edição brasileira da Campus Party. Cheguei lá antes de abrirem os portões, pra checar os espaços e tudo mais. Alguma enrolação com a minha credencial, mas muito menos do que no ano passado. Depois, mais alguma enrolação com o crachá do meu irmão, que é menor. Muita fila, mas resolvido.

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Fabricando os sujeitos do capitalismo comunicativo (cognitivo?)

Encontrei esse parágrafo no relato de Trebor Scholz sobre a conferência The internet as playground and factory. Ele comenta a fala de Brian Holmes:

Holmes also asserted that ICT and education in the third world are “a factory for producing the subjects of communicative capitalism.” (Holmes, http://is.gd/1vKmr) Jonathan Beller supported this line of argumentation by drawing on classic media critiques, from Enzensberger’s “Anyone who expects to be emancipated by technological hardware or by a system of hardware however structured, is the victim of an obscure belief in progress" (1970) to Baudrillard’s "terrorism of the code" (1972). (Beller, http://is.gd/5iUSy) Holmes also suggested that focusing on the Internet may altogether distract us from the most important issues of our time.

É uma crítica fácil e de certa forma vazia (afinal, qual é a alternativa? abolir os programas de ICT?), mas não deixa de ser importante pensar no contexto mais profundo das coisas.

Ciclo Era Digital

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Participei na semana passada com Pedro Markun e com o Caio do Oasis Mundi do debate do último seminário do Ciclo Era Digital, do grupo de pesquisa Atopos. O debate era um diálogo com a apresentação do italiano Andrea Miconi. Me incomodou um pouco o formatão de sempre (palestra, palco, microfones, iluminação). Minha primeira fala ficou meio perdida ali, sem contexto. Mas depois acho que o debate melhorou. Vídeo incorporado abaixo.

Mobilefest '09

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Nesse ano, participei menos do Mobilefest do que no ano passado. Pelo que entendi, não fui o único. Uma amiga presente na abertura do evento comentou que havia alguma coisa estranha - segundo ela, parecia um evento fantasma. Tenho certeza que um dos motivos é a coincidência de datas com o Arte.mov - os organizadores do mobilefest discordam, dizem que o foco é diferente, mas me parece óbvio.
Acabei nem participando dos primeiros dias. Na quinta-feira, fiquei sabendo da presença de Victor Viña, espanhol que vive atualmente em Bangalore e trabalha bastante com experimentação em baixa tecnologia. Sexta-feira, fui ao MIS com o Glauco Paiva para conhecê-lo. Conversamos bastante durante a tarde, e ele combinou com Glauco de visitar o Metaprojeto na segunda-feira. Também gostei de conhecer Lot Amoros, artista que está no meio de uma residência no MIS; Pablo de Soto Suárez, do Fadaiat; e Clara Boj, do lalalab.org.
No sábado voltei ao MIS para apresentar o Zasf. Além da concorrência com o Arte.mov, no sábado também estavam rolando o TEDxSP e a Conferência Municipal de Comunicação de São Paulo, além de outra mesa ao mesmo tempo, sobre mobilidade e educação. O Pablo do Fadaiat e um par de metarecicleiras ajudaram a evitar que a mesa fosse um fracasso total, com menos pessoas assistindo do que havia debatendo.leia mais >>

ZASF - Estreia pública

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Sábado passado (dia mundial do movimento dos sem satélite) fui até o MIS para apresentar as zonas autônomas sem fio no Mobilefest. Não havia muita gente por lá - além da concorrência com a conferência municipal de comunicação e com o TEDx, a programação do Mobilefest também estava dividida - outra mesa estava rolando ao mesmo tempo que a minha. Resultado: a mesa tinha quase tanta gente apresentando quanto assistindo (depois eu mando outro post comentando as outras apresentações). Na minha vez (fui o último), apresentei e demonstrei ao vivo o protótipo funcional da rede (direcionando pra uma página contextual - mobilefest, slides, etc.). O bom foi que por conta da apresentação eu passei a noite de sexta organizando as ideias relacionadas às ZASF, e saiu uma apresentação de slides decente. Ela começa com quatro questões fundamentais relacionadas às redes autônomas sem fio:

compartilhar espaço (ou proximidade) x estar em rede
privacidade x acesso ubíquo
e se alguém desligar a internet?
ainda existe mistério no mundo?

slides em anexo
Slides em anexo (PDF, ~760KB).
 
PS.: Acho que vou montar o protótipo da ZASF na Cinemateca essa semana, durante o Fórum da Cultura Digital Brasileira.

AnexoTamanho slides_zasf_mobilefest09.pdf763.74 KB