Archive - Fev 2011 - rss news

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February 27th

RedeLabs, não Redelab

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Só pra esclarecer: a plataforma Rede//Labs não está associada de forma alguma ao evento Redelab organizado pelo Vivo Lab em BH, na semana passada. Foi uma dessas sincronicidades de tempos conectados. Eles já disseram que não têm planos de fazer outras edições do evento.

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Só pra esclarecer: a plataforma Rede//Labs não está associada de forma alguma ao evento Redelab organizado pelo Vivo Lab em BH, na semana passada. Foi uma dessas sincronicidades de tempos conectados. Eles já disseram que não têm planos de fazer outras edições do evento.

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Campus Party - Labs e centros de fomento à cultura digital

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No fim de janeiro estive na Campus Party para participar de um debate sobre Labs e centros de fomento à cultura digital a convite do Instituto Sergio Motta, que estava desenvolvendo a área de Design, Foto e Vídeo. Junto comigo no palco estavam Dani Bousso e Guilherme Kujawski. Dani contou um pouco sobre as realizações e obstáculos enfrentados pelo LabMis, e também sobre os programas de residências e intercâmbio internacional. Kuja falou um pouco sobre o Itaulab e depois passou algum tempo analisando sobre como a hipótese comunista pode se articular com possibilidades abertas pelas culturas digitais (sobre isso, eu também recomendo a leitura do Manifesto Telecomunista do Dmyitri Kleiner).
Eu achei interessante falar logo ali, porque foi justamente na Campus Party do ano passado que o que era o interesse difuso em Rede//Labs virou um plano específico, articulado com a Cultura Digital do Minc. Eu dancei mais ou menos em torno de um roteirinho que rabisquei de última hora:
1. Eu

Cparty Não vim do mundo da arte MetaReciclagem Esporos (descentralizados) 2004 - Waag/Sarai Pontos de Cultura Cultura Digital Hoje: Ubatuba

2. Laboratórios de Mídialeia mais >>

Lab Sur Lab

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LSLUma das coisas que me surpreendeu ano passado durante o Labtolab em Madrid foi a grande quantidade de convidadxs da América Latina (como eu mesmo). Me pareceu uma decisão política fantástica, com uma influência clara do pessoal do Medialab Prado. Um dos resultados dessa escolha foi um primeiro contato entre pessoas e grupos que - por conta de contextos similares e proximidade geográfica - deveriam ter entre si muito mais intercâmbio do que realmente acontece.
Desses encontros necessários surgiu a ideia do Lab Sur Lab, projeto para um encontro de laboratórios sob uma outra perspectiva - do sul global, do mundo em desenvolvimento, emergente, como queiram definir. A partir de então, criou-se um grupo no N-1 para organizar o encontro, que vai acontecer em Abril em Medelín (Colômbia). Uma das pessoas que está articulando o evento é o Alejandro Duque, que eu tive a oportunidade de entrevistar. Pelo menos meia dúzia de pessoas do Brasil foram convidadas, mas por força das circunstâncias muitas não vão poder ir. Eu vou tentar participar de uma sessão remota sobre o redelabs, se o streaming funcionar.leia mais >>

February 25th

Produtora Cultural Colaborativa

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Gostei do artigo do Pedro Jatobá e da Luana Vilutis publicado na iteia: Produtora Cultural Colaborativa. É uma proposta (já realizada algumas vezes na prática) um arranjo econômico emergente baseado na produção cutural multimídia, organizado coletivamente e dialogando com licenças e formatos livres.

Eu certamente compartilho de algumas referências que o texto traz. Fiquei feliz com a menção ao Laboratório de Conhecimentos Livres do Fórum Social Mundial em 2005 (eu também mencionei alguma coisa sobre ele, aqui). Concordo com a importância da gestão Gil/Juca no Ministério da Cultura, apesar se estar sempre no limite da precariedade. E, obviamente, a ideia de produção colaborativa faz muito sentido para mim.

É ponto pacífico que o tipo de ação que tem sido articulada em rede nos últimos anos escapa da compreensão superficial dos mundos do trabalho e do mercado. São situações em que não existe um limite claro entre o que é demanda por serviços e o que é agenda pessoal de cada pessoa envolvida. Profissionalismo se mistura com ativismo, paixão com negociação, eficiência com fé. Como se não bastasse a substância do que a gente faz, também precisamos criar os próprios meios de sobrevivência e mesmo de compreensão disso tudo. Temos que dar conta de um cenário em que as fronteiras entre disciplinas desaparecem, em que a criatividade transborda e em que soluções e imaginários se fundem.leia mais >>

De mudança...

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 O blog Rede//Labs agora está em endereço próprio: http://blog.redelabs.org.

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February 24th

Atualização

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Fiz a atualização de segurança de dois módulos do site da MetaReciclagem. Se aparecer algum problema, avisem.

Infra Lógica

February 22nd

Obsolescência Programada

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Há duas semanas, Regiane Nigro mandou na lista de discussão da MetaReciclagem a dica do vídeo Comprar, Tirar, Comprar - excelente documentário produzido por Cosima Dannoritzer para a televisão espanhola. Deixei na minha fila de links e só consegui assistir hoje. Gostei muito.

Mais do que tratar somente da questão do lixo eletrônico nos dias de hoje, ela situa na década de 20 do século passado a elaboração da ideia de obsolescência programada - a estratégia segundo a qual a indústria deveria intencionalmente produzir bens que durassem menos tempo, para garantir o crescimento a longo prazo. Traz dois exemplos claros: a formação, na época, de um cartel internacional dos fabricantes de lâmpadas incandescentes, que determinaram a redução da vida útil de seus produtos - de 2500 para cerca de 1000 horas de uso; e mais tarde a criação das meias de nylon, que em um primeiro momento eram extremamente resistentes e depois passaram a ser projetadas para puxar fios e rasgar.

Outro traço interessante do documentário é que ele abre espaço para pensadores que criticam não somente as empresas que adotam práticas insustentáveis como, de maneira mais abrangente, todo o sistema político-econômico baseado na ideia de crescimento constante. Entre eles Serge Latouche (que propõe o decrescimento), John Thackara, autor do livro Plano B e Michael Braungart, autor de Cradle to Cradle.leia mais >>

February 21st

Um novo Castañeda

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Do blog de Hermano Vianna:

Então continuo esperando um novo Castañeda, para nossa época cyberpunk. Um Paulo Coelho tecno e radicalmente psicodélico. Por vezes acreditei que meu querido amigo Erik Davis poderia assumir esse papel. Até dei esta ordem: “vire o novo Castañeda!” Mas ele não me obedeceu e no lugar de best-sellers, resolveu fazer pós-graduação em teologia. Erik é autor de Techgnosis, relato completo sobre as conexões entre esoterismo e tecnologia. Também escreveu: um tratado brilhante sobre o disco “Led Zeppelin IV”, aquele de “Stairway to heaven”; um guia sobre a Califórnia visionária; e acaba de lançar “Nomad codes”, coletânea de ensaios sobre assuntos tão diversos como o Goa trance, o dub de Lee Perry e novos cultos xamânicos birmaneses.

(foi justamente o Hermano quem me deu a dica do Techgnosis, há alguns anos)leia mais >>

February 15th

Em duas rodas

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Semana passada, aproveitei umas incursões ao centro de Ubatuba pra começar a fazer alguns testes do que vai ser um mapeamento online do projeto Ubalab. Montei a câmera no guidão da bicicleta, preparei o OSM-Tracker no Android, liguei também o GPS logger que me foi emprestado pelo projeto Mapas Livres. Levei junto a capa de chuva, um moleskine pequeno, a caneta 4 cores. Não tinha nenhum objetivo específico para o mapeamento, e isso foi interessante. Parei em alguns lugares relevantes para marcar as coordenadas, tirar fotos, fazer anotações. Estou aprendendo bastante. Em especial, um aprendizado tardio da relação da bicicleta com a rua.
Certo domingo da minha infância, andava com meu pai no parque da Redenção, em Porto Alegre, quando fui atropelado por uma bicicleta. Uns meses antes ou depois, estava entre minha mãe e o então namorado dela na garupa de uma moto em um dia de chuva. A moto deslizou e caímos, os três juntos. Naquele dia eu tinha feito uma máscara com um prato de papelão, que eu vestia na hora da queda. Deve ser viagem minha, mas na época creditei à máscara o fato de não ter ficado com o rosto deformado. De qualquer forma, esses dois episódios me traumatizaram com qualquer tipo de veículo de duas rodas. Perdi algumas coisas da adolescência por isso, mas nem tanto. Foi só uns quinze anos mais tarde, depois de começar a namorar com a Carol, criada em Ubatuba, que me vi forçado a enfrentar essa falta. Aprendi a andar de bicicleta em uma praia esquecida, durante uma tarde cinza. Como manda a sabedoria popular, não esqueci mais.

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Eixos do UbaLab

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Esse post é uma adaptação dos eixos de ação propostos no projeto que foi selecionado como Esporo de Cultura Digital em edital do Ministério da Cultura. Mais informações sobre a situação atual do projeto, aqui.

UbaLab é um laboratório experimental dinâmico que consiste em uma série de ações coordenadas destinadas a integrar o potencial humano, cultural e ambiental às novas tecnologias, em especial aos referenciais da cultura digital brasileira e da MetaReciclagem, por meio da produção multimídia livre e da arte eletrônica.
Os focos principais de investigação e atuação são apropriação e reuso de tecnologias, interconexão em rede de culturas tradicionais, sustentabilidade, preservação do meio ambiente, educação para a inovação, autonomia.
A intenção é uma atuação de longo prazo, articulando uma conversa aprofundada e engajada, na busca de modelos de desenvolvimento econômico e cultural adequados ao século XXI, dando origem a uma composição dinâmica entre o enraizamento cultural e as novas culturas hiperconectadas.
O atuação baseia-se em quatro eixos interrelacionados:

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