pirata

Teologia Pirata

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Em resposta a meu post anterior, o Capi mandou o link para esse post esboçando Elementos para uma teologia pirata:

para abandonar o trabalho, as tarefas forçadas, as obrigações todas, é urgente uma educação social, que se orienta a liberdade inclusive espiritual, que seja radical em nunca esquecer o desejo, e em realizar a revolta abandonando a representação. tão radical que não tenha lugar na representação do mundo, e ainda assim a amedronte a ponto de ceder espaço. onde quer que esteja o educador radical, com apenas o cheiro da revolta, é possível multiplicar. é possível atender o desejo na liberdade criativa, realizar o ato de revolta e multiplicar a educação social radical na forma de sonho. trata-se antes de vida que de um projeto de partido.leia mais >>

Pirataria legitima

Navegar e criar com liberdade. Isso é algo muito importante. Estamos em um tempo de paz e pedimos para nossos amigos que parem de controlar ou tentar censurar a Internet. Cuidem dos crimes comuns, do comércio ilegal, dos problemas ambientais e sociais. Imaginamos que nossos amigos não vão insistir nessa coisa suja de violar a privacidade. Não roubamos o bolo da vovó de ninguém. Ele está lá, é só olhar.

Uira e Miguel recomendaram esse texto. Engracado, um pouco forcado em alguns pontos. A intencao eh boa, mas ele omite (talvez propositadamente) algumas coisas, dah uma romantizada e tal. Eh util, de qualquer forma, pra ajudar um pouco a tirar o estigma de pirata que a imprensa tem usado de maneira tao imbecil. Assumir-se pirata eh um bom comeco, na onda de recriar mitos em novas bases. Ainda to pra dar uma olhada no curso instinto prekario da Universitat Pirata. Vale tambem ler o Utopias Piratas do Lamborn Wilson. E o hdhd tah voltando a rabiscar sobre operacao pirata.

instinto preKario

Troquei uns emails com o Bruno Vianna, que se apresentou semana passada na lista metarec. No papo sobre imaginarios e mitologias, ele recomendou o curso instinto preKario y prácticas piratas, da Universitat Pirata de Barcelona. Vou dar uma olhada por lah. Comecei tambem a ler hoje um livrinho chamado Mito e Realidade, de Mircea Eliade, que vai tambem naquele sentido de entender o mito nao como oposto ao logos, mas como construcao coletiva de imaginario.