Archive - Jul 2008

Data
Tipo

DD-WRT

Re-encontrei meu velho roteador WRT54G, e comecei a estudar o que podia fazer com ele. Algumas referências estão guardadas nos meus bookmarks no scuttle metarec. Gostei bastante do OpenWrt, mas no fim das contas como vai ter mais gente operando o roteador por aqui, acabei optando pelo DD-WRT, que não é tão aberto, mas ainda tem um monte de recursos, e é mais fácil de administrar. Mas fiquei curioso em ver que a Fonera pode rodar o Openwrt. Por enquanto, estou usando o roteador como repeater do sinal. Algumas anotações abaixo:

  • dd-wrt. o site, o wiki, o fórum. tudo muito confuso. difícil saber qual versão não vai tijolar meu roteador. aqui tem alguma coisa: http://www.dd-wrt.com/phpBB2/viewtopic.php?t=31978&postdays=0&postorder=...
  • decidi baixar a versão standard do dd-wrt 24, com o firmware vintage. fiz um reset 30/30/30. entrei na interface web do roteador, fui em admin / firmware upgrade, procurei o arquivo e mandei ver. depois de um minuto, ele falou que tava completo e apareceu um botão de continuar. resetei outra vez.
  • feito, interface do dd-wrt rolando esquema em 192.168.1.1
  • seguindo isso aqui para transformar ele em repeater: http://www.wi-fiplanet.com/tutorials/article.php/10724_3655041_1
  • cheguei fácil até a parte de configurar o roteador como cliente. por cabo, tá rolando normal. loguei no roteador por ssh e telnet, sem problemas. seguindo as configurações do site, tudo funcionando. já estou acessando a rede pelo repetidor. e dei um boost na potência do transmissor. ainda estou pensando em mandar ver um overclock no processador dele, mas não tenho certeza se vale a pena.

 

July 30th

Anima

No domingo, dei uma passada no Anima Mundi no Memorial da América Latina, pra assistir a uma das sessões e à premiação. Divertido, como sempre. O que me deixou mais feliz, entretanto, foi ver as oficinas de animação rolando por todos os lados: pixilation, stop motion, desenho animado, areia sobre vidro e outras. E tudo rodando o Muan, software livre sobre o qual eu já tinha ouvido falar um monte de vezes mas nunca tinha visto. Achei ele bastante simples de entender, e segundo o site ele tem até um .deb pra instalar em derivados de debian, como o ubuntu. Assim que eu conseguir arrumar o foco da minha péssima câmera de vídeo da Samsung (ou melhor, se eu conseguir), quero brincar um pouco com o Muan.

Vserver redux

Até a semana passada, eu era um sujeito bastante mimado no que tange a administração de servidores. Comecei lá em 2001 ou 2002 com cpanel no vilago, depois usei por um tempo o servidor do interney. Aí eu passei por um monte de servicinhos baratos, e depois tive um servidor em casa por dois anos, rolando debian woody, e tudo rolava razoavelmente bem - menos quando o cooler se enchia de pó ou as placas de rede não agüentavam a alta disponibilidade. Naquela época, um bando de gente me ajudava na administração do bicho. Depois disso, tivemos a experiência com a aletta, e nessa eu fui muito mimado. Desde a primeira fase da aletta, tinha gente bastante competente e dedicada fazendo o trabalho pesado, configurando tudo, atualizando os sistemas, dando aquela olhada geral. Mas ela tem algum problema que ainda não conseguimos identificar, e ocasionalmente trava. Como não é um serviço comercial com suporte 27x7, e como a Holanda é meio longe, toda vez que ela trava - o que Murphy faz acontecer sempre no meio de fins de semana - temos que esperar algum holandês amigo voltar ao trampo na segunda-feira para apertar o reset. Por dois fins de semana seguidos, há cerca de dois meses, eu fiquei sem acesso a ela, e por conta disso resolvi contratar um vserver no slicehost, seguindo a indicação do pessoal da chuva. E aí começou o barato.leia mais >>

July 24th

Servindo mal pra servir...

Penando muito, mas também aprendendo um monte, com a configuração do vserver omulu pra metareciclagem e outras coisas. Lutando contra o uso excessivo de recursos que as configurações padrão do apache e do mysql, ainda mais somadas aos módulos extras do drupal, pedem.

E além disso, a dor de garganta que eu trouxe de Cunha (também chamada "tinha esquecido do mofo, fio?") ontem à noite ameaçou virar alguma coisa mais grave. Passei a noite mal pra caramba. Hoje tô tomando esses quase-remédios que tem em qualquer farmácia, mas levando mais fé nos cristaizinhos de gengibre.

Amanhã vou a sampa. Sábado tem o primeiro encontro com o pessoal que vai trampar no acessa escola, e o bicho tá pegando por lá. Domingo quero tentar assistir alguma coisa do anima mundi, e definitivamente o Dark Knight em algum cinema próximo.

July 21st

Azaredo não

Tô com a cabeça muito a milhão em outras piras pra conseguir sentar e escrever, então repico aqui o post do sapo sobre o projeto do senador Azeredo sobre "cibercrimes":

Todo mundo já sabe que o projeto de lei é ruim (vago, inconsistente e exagerado) e que seus defensores sabotam a crítica adequada do texto na mídia. Já sabemos que os deputados e senadores são ignorantes em tema de internet, e que o argumento-fachada do combate à pedofilia e estelionato os cega convenientemente, assim como ao público preguiçoso, que continua a discutir lei no Brasil pelo que é anunciado e não pelo que está escrito de fato.

Já sabemos que a cultura de mobilização política na internet brasileira está a anos-luz da maturidade, e já sabemos que comemos mosca: tivemos ANOS para desqualificar seriamente este projeto de lei no governo. O que estamos fazendo agora, não se engane, é um ato desesperado para impedir que os mesmos barões de sempre ponham cabresto neste lindo mundo novo que aprendemos a alimentar diariamente com posts e compartilhamentos.leia mais >>

Migrado

Perdi o último post desse blog. Nada de mais, de qualquer forma... só comentava que estou construindo meu novo cotidiano, ainda organizando minha infra, aqui em Ubatuba - litoral norte de SP. Também comentava que passei algum perrengue nos últimos dias configurando um vserver em debian no slicehost, pra onde estou migrando esse blog, o mutirão e a rede metareciclagem. Dois focos principais de incomodação foram a lerdeza do sistema (depois descobri que o php-gd não tinha instalado direito) e a configuração dos virtualhosts no apache (depois descobri que era só inserir a diretiva NameVirtualHost no primeiro arquivo disponível de configuração de site).

Atualizando: hoje terminei a migração do mutirão e desse blog, e importei o rede.metareciclagem pro novo servidor. Atualizei o drupal e alguns módulos dos três sites, e já aproveitei pra reorganizar a estrutura de arquivos deles, trocando as configurações de dentro do diretório sites por um link simbólico. O que deu mais trabalho foi tirar os módulos contrib do /modules. Nunca mais deixo junto. Ainda falta apontar o rede_metarec no DNS, mas tô segurando porque já tive uns problemas estranhos, de estourar a memória RAM do slice, e o rede_metarec tem um tráfego razoável. Tô contando que a atualização do drupal, dos módulos e o apt-get upgrade agora que tá atualizando o mysql e outras coisas resolvam, mas isso é quase uma reza.

July 16th

virtual

second loop mandou na nettime:
"Deleuze speaks not of 'realization' but of actualization, and introduces a novel ontological category to refer to the status of multiplicities themselves: virtuality. This term does not refer, of course, to the virtual reality which digital simulations have made so familiar, but to a real virtuality forming a vital component of the objective world. As he writes [in Difference and Repetition]: The virtual is not opposed to the real but to the actual. The virtual is fully real in so far as it is virtual… Indeed, the vitual must be defined as strictly part of the real object– as though the object has one part of itself in the virtual into which it plunged as through into an objective dimension… The reality of the virtual consists of the differential elements and relations along with the singular points which correspond to them. The reality of the virtual is structure." (Intensive Science and Virtual Philosophy, p.30)

virtual

second loop mandou na nettime:

"Deleuze speaks not of 'realization' but of actualization, and
introduces a novel ontological category to refer to the status of
multiplicities themselves: virtuality. This term does not refer, of
course, to the virtual reality which digital simulations have made so
familiar, but to a real virtuality forming a vital component of the
objective world. As he writes [in Difference and Repetition]:

The virtual is not opposed to the real but to the actual. The virtual
is fully real in so far as it is virtual… Indeed, the vitual must be
defined as strictly part of the real object– as though the object has
one part of itself in the virtual into which it plunged as through
into an objective dimension… The reality of the virtual consists of
the differential elements and relations along with the singular points
which correspond to them. The reality of the virtual is structure."
(Intensive Science and Virtual Philosophy, p.30)

July 12th

Em ritmo de chegada

Cheguei há alguns dias. Resolvendo um milhão de coisas, sem tempo pra escrever ainda. Surpreso com minha reação a São Paulo - gostei de chegar aqui. Mas não fico por muito tempo, o que é uma vantagem.

Quando der, mando um relato mais completo da viagem e seus percalços.

Daqui a pouco vou fazer a tradicional peregrinação à Santa If, a padroeira da comunicação eletrônica.

Ontem fiquei DUAS HORAS na loja da TIM pra descolar um aparelho + chip.

Hoje preparo uma feijoada.

July 4th

Em ritmo de irembora

Pois... quatro dias para deixar Barcelona e voltar ao Brasil. Cabeça acelerada demais pra blogar, então só passando geral por aqui. Há algumas semanas eu já tava pensando que tô voltando, chego dia 9 e meu passaporte expira no dia 12, chega de viajar. Aí uma amiga chegou de uma viagem pelo oriente & Rússia, trouxe uma garrafa da melhor vodka que eu já bebi e contou histórias e mostrou fotos. O Camboja me impressionou. Daí que parar de viajar ainda não. Mas de qualquer forma meus planos de vida são mais estáveis pros próximos tempos. Sacumé, em agosto completo trinta  voltas ao sol, as aspirações vão mudando. Devo a amigos, família e algumas coisas a resolver um mês que vou passar em Porto Alegre logo mais. Depois, ficar pulando entre Ubatuba, Cunha em São Paulo. Karma e Dharma, daquele jeito. Muitas idéias, pouca expectativa, como sempre.

Que mais? Semana passada, duas coisas marcantes: fomos a Figueres visitar o Teatro Museu Dalí. E finalmente chegou às lojas espanholas o Asus EEE.

O EEE é bem doido. Achei que ficaria mais decepcionado com o tamanho da tela e menos com o do teclado. De resto, só agüentei um dia até instalar o eeeXubuntu. Feliz aqui, só sentindo falta do atalho pra desligar o wifi, e o xubuntu desligar de verdade o bicho (nada que um sudo halt não resolva). Também não consegui fazer rolar o pd-extended, mas tá em processo.

O teatro-museu Dalí é chamado de maior obra surrealista do mundo. Não sei se é mesmo, mas impressiona. Não só pelo Retrato de Mae West, mas o retrato de Picasso, as gravuras, os estéreos e os hologramas pedem algumas horas de dedicação.leia mais >>