Archive - 2008 - Blog entry

December 22nd

Provisões

Sabadão a gente foi comprar o rancho pra levar pro meio do mato. Toda essa nóia de enchentes e desastres nos fez ficar mais ligados na validade das coisas. Compramos café a vácuo, atum em conserva, azeite, vinagre e outras coisas duráveis. A idéia é deixar um estoque. Sacumé, em último caso ter pra onde correr :P

Camisetas

Há um par de anos, eu e Carol fizemos umas estampas pra camisetas da MetaReciclagem e do Estudio Livre (máquina de ritmo). Vasculhando nos meus backups aqui, encontrei os SVGs. Não lembro se cheguei a publicá-los no el, mas vão aqui em anexo pra quem quiser usar em algum lugar...

PS para baixar:

f_maquinaderitmo.svg 48.02 KB
f_metarec.svg 29.77 KB

e abaixo um preview das estampas:

metarec

December 21st

Retiro

Dia 25 estou saindo mais uma vez pro nosso pequeno paraíso em Cunha. Fico lá sem internet nem telefone nem celular até dia 10 de janeiro. Devo ir algumas vezes pra lan house no centro da cidade, mas a idéia é ficar fundamentalmente desconectado por uns dias, focado em viver, andar no mato e... compilar a primeira edição do Mutirão da Gambiarra, que se tudo der certo vai estar pronta para ser lançada durante o encontrão de metareciclagem na campus party.

Inclusão digital 2.0

Há uns dias recebi (não lembro como) o link para última edição da Nebula, e um artigo chamou minha atenção: Digital Divide 2.0 and the digital subaltern (PDF), de Mike Kent. Ele começa interessante, adicionando duas camadas à tradicionalmente limitada perspectiva da inclusão digital (geralmente preocupada só com o âmbito de software e hardware): wetware (de certa forma aquilo que a gente definia como "interação" na tríade da informação livre) e cultware, "culture ware". Cultware tem a ver com o imaginário da rede, uma predisposição das pessoas a se relacionarem em um ambiente distribuído.

Depois ele traz algumas referências interessantes, como a diferenciação de Gramsci em relação ao intelectual tradicional (que atua, apesar das aparências, na manutenção do status quo) e o intelectual orgânico (que emerge das classes subalternas e atua como catalisador da transformação de consciência nessas classes). Mas fica nisso. A partir de um padrão encontrado nos Estados Unidos, de pessoas que não estão na rede e não têm nenhum contato com ela nem vontade de participar, ele infere a existência de uma classe de "subalternos digitais" e passa a traçar possibiidades de fazer frente a esse problema, que ele identifica como inclusão digital 2.0. Eu não sei de pesquisas semelhantes aqui no Brasil, mas me parece que o artigo trata uma realidade como problema, e isso não é necessariamente verdade.leia mais >>

December 17th

Pela libertação

Ecoando aqui o manifesto publicado no GVP pela libertação da Caroline Pivetta da Mota.

December 15th

Mais leituras

Chegou aqui um pacote vindo da holanda com algumas cópias do Internet of Things, do broda Kranenburg. Vou lendo sem pressa. Outro livro que ganhei (da Sandra) e que vou pegar na lenta é o Techgnosis, recomendado por Hermano Vianna.

December 10th

Desurbe

Desurbanizar também é buscar uma desalienação do próprio esforço e negociação com a diversidade. Conseguir enxergar limites & conseqüências da ação.

December 9th

Oração à santa if (1)

Hello world

Salve o root

Liberemos nosso código-fonte

Parse amigxs e aliadxs

if gente aberta

then compile nossas variáveis

else flush privilégios

Enter;

Submeter-se

Da conversa de um amigo, ouvi a expressão "pedir" demissão, e fiquei pensando em como isso remete a um tipo de pós-escravismo. Como assm, PEDIR demissão? E se não CONCEDEREM esse divino direito?

Kluge

Rafael Garcia na fôia mais:

"Engenheiros americanos costumam usar a gíria "kluge"ao se referirem a soluções improvisadas para problemas em projetos. A falta de iluminação numa casa nova pode rapidamente ser resolvida, por exemplo, com um fio desencapado, uma lâmpada velha, uma extensão e esparadrapo."