Archive - Out 2007

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October 18th

De partida


Dresden inventou de esfriar pacas nos nossos últimos dias aqui. Amanhã a previsão é de máxima de 6 graus. De manhã a gente entrega as chaves, à tarde vamos de carona (agenciada por um site, fácil fácil) pra Mannheim encontrar o resto do bando. De lá vamos de carro pro sul da Alemanha, depois atravessamos Suíça e França, até chegar na quinta que vem em Barcelona. Ainda volto uns 200 km no dia seguinte e devolvo o carro no sul da França, pra evitar a taxa absurda de mais de 300 euros por causa de uma fronteira. E à noite vou ao Hangar Obert falar sobre o que ando preparando & armando.

Pra ler durante a viagem, baixei do site do Cardoso os arquivos completos do COL. Engraçado e meio incômodo me reler por lá, mas uma delícia lembrar dos 7 COLunistas.

October 13th

October 12th

Zero dollar laptop

James Wallbanks, via Rob Kranenburg:

The zero dollar laptop is here!

The zero dollar laptop is widely available to individuals in the developed world. It’s also available to businesses, governmental organisations and NGOs. It’s also available in the developing world. Distribution is ramping up.

The zero dollar laptop comes in a variety of specifications.

The current typical specification of the zero dollar laptop in the UK is around 500mHz, with 256mB RAM, a 10 gigabyte hard disk, a network card, a CD-ROM, a USB port and a screen capable of displaying at least 800×600 pixels in 16-bit colour. Many zero dollar laptops are better specified. (Its close cousin, the zero dollar desktop, typically runs at 1000mHz or faster.)

 

 

 

October 11th

Praha

Ontem fizemos um bate e volta a Praga, pra levar uns quadros e outras coisas pra uma amiga que os tinha emprestado. Com umas horas sobrando naquela cidade maluca, fugimos do meião turístico ali e fomos mais pra perto do Vltava dar um rolê, saindo pela Universidade do Carlinho. Encontrei uma estátua do Kafka no caminho, e fiquei pirando naquelas infinitas fachadas trabalhadas. Ficaria mais tempo por lá. Como tinha dormido pouco nas duas noites anteriores, voltei no trem naquele estado de torpor e tendo breves momentos de delírio alucinatório, talvez por falta de alguma enzima. Anotações no meu caderninho de papel vão desde pedaços de um conto meio-policial meio-mágico até a frase "Frank Zappa is the great Cornholio", o que não deixa de fazer algum sentido.

Ironia

Pootam3rd4. Passei o dia com uma questão na cabeça.

Ironia é uma delícia, mas cada vez mais percebo que a galera não entende. Leva a sério, e aí phodeu. 

October 9th

Individuação

Novaes traduz simondon:

Não sabemos exatamente no que pode dar a relação efetiva entre elementos heterogêneos, o que podemos chamar um ser coletivo no sentido amplo (composto então de objetos, de coisas, de indivíduos, de idéias, etc) posto que essa relação engendra necessariamente um regime de individuação, isto é, a emergência de algo que não pode ser reduzido nos elementos que o compõem, nem a uma totalidade qualquer.

October 8th

Respondendo sobre MetaReciclagem

Vamo lá...

On 10/5/07, Danilo Fraga  wrote:

> Primeiro seu nome, idade, o que você faz no MetaReciclagem.

Felipe Fonseca, 29. O que eu faço é falar com pessoas, ler
e escrever um monte de emails todo dia. Não sei se tem um
nome pra isso. Às vezes eu me chamo de "articulador", mas
depois desisto.
 
> O que é a MetaReciclagem? E o que vocês fazem? Dê exemplos concretos de
> MetaReciclagem.

MetaReciclagem é uma rede, um bando, uma multidão de
pessoas interessadas em promover a desconstrução e a apropriação
de tecnologia.

> Você acha que a tecnologia atinge os ricos e pobres do mesmo modo?

Acho que "a tecnologia atinge" é uma construção meio bélica. Dá pra
entender uma bomba como tecnologia aplicada e aí pensar que sim,
ela atinge as pessoas. Mas se a gente se concentrar mais em tecnologias
de informação e comunicação, e aí acho que "atingir" é um conceito
limitado. Sei que cada pessoa tem uma compreensão e faz um uso
diferenciado da tecnologia. Sei que tecnologia também é mais do que
computadores e aparelhinhos: vaso sanitário, tesoura e fósforos também
são tecnologia. E não me preocupo tanto com "ricos" e "pobres", e sim
em ajudar pessoas com potencial de se tornarem inventorxs a terem a
possibilidade de desenvolver esse potencial.
 
> O que você acha dos meios "alternativos" de acesso à tecnologia, como as
> feiras piratas? Como eles afetam a inclusão digital no Brasil?

Feiras piratas? Não conheço nenhuma. Estás falando de praças de camelô?
Se pegar pelo viés econômico, acho que agrupamentos de comércio que
não pagam impostos facilitam muito no acesso a diversos produtos, entreleia mais >>

October 6th

Relato do Pedagogical Faultlines

Publiquei meu relato do Pedagogical Faultlines no pub.descentro.