Archive - Ago 2013

Data
  • All
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
  • 11
  • 12
  • 13
  • 14
  • 15
  • 16
  • 17
  • 18
  • 19
  • 20
  • 21
  • 22
  • 23
  • 24
  • 25
  • 26
  • 27
  • 28
  • 29
  • 30
  • 31

August 13th

Convocatória para COLABORADORES Interactivos?'13 Nuvem

O post abaixo foi agregado por RSS. Link original
---

Repassando a chamada da Nuvem...

Convocatória para colaboradoresleia mais >>

Convocatória para COLABORADORES Interactivos?'13 Nuvem

O post abaixo foi agregado por RSS. Link original
---

Repassando a chamada da Nuvem...

Convocatória para colaboradoresleia mais >>

August 11th

Infralógica - reunião

O post abaixo foi agregado por RSS. Link original
---

Dando sequência à conversa sobre a infraestrutura de comunicação da rede MetaReciclagem, nos reunimos na noite de quarta-feira passada no canal IRC #metareciclagem do freenode.org. Estivemos presentes e conversando efeefe, iuriguilherme, B3ZN05, deniszubieta, josenetomg, simba_, elenaralelex e adr___, acompanhados ainda de alguns usuários inativos e robôs.

A reunião serviu como um primeiro momento de contato e levantamento de caminhos para avançar. Falamos sobre o elgg/lorea, sobre a necessidade de desenvolver uma política de governança e sustentabilidade para uma eventual nova infralógica. Pensamos em configurar um piloto de rede lorea para a metareciclagem para experiências - contribuindo com o esforço de desenvolvimento da plataforma, mas também adaptando-a para algumas de nossas particularidades. Sugeriu-se investigarmos a possibilidade de criar um metagrupo que se comunique através dos outros, e falou-se sobre a necessidade de atenção especial a arquitetura de informação e experiência de uso, como fizemos com o site da metareciclagem em drupal (ver os anexos no fim da página aqui).

Até o momento, minha sugestão pessoal é que criemos uma instalação do lorea em algum subdomínio da metareciclagem.org, documentando extensivamente cada etapa do processo (documentação esta que será disponibilizada publicamente) e passemos a fazer testes em cima dela. Mas antes de começar, quero conversar mais e entender se esse é realmente o melhor caminho.

Log completo segue em anexo.

August 5th

Para que serve um telecentro?

O post abaixo foi agregado por RSS. Link original
---

É inegável o papel que projetos como a rede de telecentros de São Paulo assumiu quando de sua criação há mais de uma década. Não somente por conta da visão do acesso a tecnologias de comunicação como infraestrutura pública disponível à população, mas principalmente por alguns aspectos reflexivos e articulados: a opção técnica e política pelo software livre; a perspectiva do telecentro não só como acesso à rede (que suporia uma certa alienação do local), mas essencialmente como espaço de uso coletivo, aprendizados e agenciamento; a visão de integração das pontas de uma cidade dispersa; e a atenção especial ao caráter cultural das novas tecnologias.

Mais do que as simples estatísticas (por mais relevantes que sejam) de quantidade de pessoas "atendidas", os telecentros de São Paulo participaram qualitativamente de momentos importantes da história recente das tecnologias no Brasil. Deram visibilidade e ferramentas a uma geração de novos ativistas enraizados em questões sociais locais, participaram de eventos e sediaram experimentos que reverberaram no mundo inteiro. Talvez de forma ainda mais importante, ajudaram a viabilizar um discurso político da relevância das tecnologias livres para a construção de uma sociedade mais justa e com oportunidades para todos.

Entretanto, uma década se passou. Grande parte das bandeiras que naquela época eram extremamente inovadoras foram agora assimiladas e por vezes neutralizadas. Por outro lado, as tecnologias continuam tendo um papel ambíguo: oferecem liberdade ao mesmo tempo em que promovem o controle. Possibilitam o surgimento de iniciativas inovadoras e transformadoras, ao mesmo tempo em que reduzem toda criatividade a seu valor financeiro.leia mais >>

Para que serve um telecentro?

O post abaixo foi agregado por RSS. Link original
---

É inegável o papel que projetos como a rede de telecentros de São Paulo assumiu quando de sua criação há mais de uma década. Não somente por conta da visão do acesso a tecnologias de comunicação como infraestrutura pública disponível à população, mas principalmente por alguns aspectos reflexivos e articulados: a opção técnica e política pelo software livre; a perspectiva do telecentro não só como acesso à rede (que suporia uma certa alienação do local), mas essencialmente como espaço de uso coletivo, aprendizados e agenciamento; a visão de integração das pontas de uma cidade dispersa; e a atenção especial ao caráter cultural das novas tecnologias.

Mais do que as simples estatísticas (por mais relevantes que sejam) de quantidade de pessoas "atendidas", os telecentros de São Paulo participaram qualitativamente de momentos importantes da história recente das tecnologias no Brasil. Deram visibilidade e ferramentas a uma geração de novos ativistas enraizados em questões sociais locais, participaram de eventos e sediaram experimentos que reverberaram no mundo inteiro. Talvez de forma ainda mais importante, ajudaram a viabilizar um discurso político da relevância das tecnologias livres para a construção de uma sociedade mais justa e com oportunidades para todos.

Entretanto, uma década se passou. Grande parte das bandeiras que naquela época eram extremamente inovadoras foram agora assimiladas e por vezes neutralizadas. Por outro lado, as tecnologias continuam tendo um papel ambíguo: oferecem liberdade ao mesmo tempo em que promovem o controle. Possibilitam o surgimento de iniciativas inovadoras e transformadoras, ao mesmo tempo em que reduzem toda criatividade a seu valor financeiro.leia mais >>

August 2nd

Festival Tropixel

O post abaixo foi agregado por RSS. Link original
---

Já faz aproximadamente três anos que tenho buscado articular ações concretas entre o contexto local de Ubatuba e um sem-número de referências contemporâneas sobre reflexão e prática transformadoras. Nesse meio-tempo conheci bastante gente, testei ideias, provoquei algumas questões. Desde quando comecei a articular o ubalab como esporo de cultura digital, já me perguntava sobre a viabilidade e relevância de pensar algum evento em Ubatuba ligado ao que então eu chamava de "cultura livre". Vieram o encontrinho do MutGamb e o encontrão Hipertropical da MetaReciclagem. O primeiro era uma reunião de trabalho, restrita ao grupo de pessoas responsável pelo MutGamb. O segnundo já ensaiava um movimento mais aberto, mas era ainda um encontro de rede, de pessoas que já se conheciam e compartilhavam - mesmo que com enorme diversidade - uma série de referências e anseios. Por mais que fosse um evento aberto à participação, da perspectiva da cidade ele se colocava como uma construção autorreferente.

Encontrão Hipertropical de MetaReciclagem

Nesse meio-tempo, continuei observando e acompanhando tanto os ritmos da cidade quanto os circuitos mundo afora. Participei de mais alguns eventos. Fiquei curioso e esperançoso com o que me parece uma mudança de orientação com a nova administração municipal. Testemunhei feliz o alto nível de participação nas conferências municipais e eventos similares.leia mais >>