ontem, pra ver se variava um pouco a vida, mudei de percurso e entrei na av. alvorada. assim, andando ànoite. quando dobrei àesquerda de novo naquela ruazinha que não sei o nome, deparei com a esfiharia do brimo, que antes ficava na Vahia de Abreu. não sou um estudioso da cultura árabe, mas aquilo que eles chamam de esfiha me parece mais é minipizza. mas, enfim, fui muito bem recebido quando sentei e pedi uma esfiha, um kibe e uma cerveja de 600ml. me senti como há quatro anos no amelinha, em porto alegre, onde eu me retirava pra escrever. guardadas as difrerenças, claro. brahma em vez de polar, esfihas no lugar de "a cavalo", ninguém no lugar dos chegados de bar. mas a chinelagem é parecida, a amabilidade do pessoal do outro lado é semelhante, e a vontade de escrever a mesma. não escrevi nada, fiquei lendo o romance que ganhei de aniversário (aliás, acabei de terminar de ler no trem), Leviatã de Paul Auster. mas ainda vou sentar por lá para escrever. sem transcrições digitais, a não ser que saia alguma coisa realmente boa.