efeefe - mapeamento
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pt-brEnsaio Tropixel #1
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<p>A primeira edição do <a href="http://tropixel.ubalab.org/pt-br/ensaio/abril14" rel="nofollow" rel="nofollow">Ensaio Tropixel</a> começou hoje em Ubatuba. Na verdade, já estávamos trabalhando e preparando algumas coisas ao longo da semana passada. Os <a href="http://tropixel.ubalab.org/pt-br/ensaio-tropixel/" rel="nofollow" rel="nofollow">Ensaios Tropixel</a> propõem-se a estender e aprofundar questões que surgiram durante a realização do <a href="http://tropixel.ubalab.org/pt-br/o-festival" rel="nofollow" rel="nofollow">Festival Tropixel</a>, em outubro de 2013, além de começar a preparar o terreno para a próxima edição do Festival, que esperamos organizar no segundo semestre deste ano. Para esta primeira edição, aproximamos dois eixos: mapeamento comunitário e monitoramento ambiental. A ideia é articular o vocabulário das cartografias digitais com as diversas possibilidades que surgem do maior acesso a sensores digitais interconectados.</p>
<p>Quarta-feira, <a href="http://gypsyware.org" rel="nofollow" rel="nofollow">Guima-san</a> chegou de São Paulo para oferecer uma oficina de hardware livre e sensores a alunos do Curso de Informática na Escola Técnica Municipal Tancredo Neves. O tempo foi curto, mas deu para ter alguma ideia das possibilidades. No dia seguinte, reunimos algumas pessoas de Ubatuba que trabalham com tecnologia e educação na Biblioteca Municipal, onde fica o antigo telecentro GESAC - e que se tudo der certo vai transformar-se no Espaço TEC de Ubatuba - para começar a testar um sensor de <a href="http://www.cetesb.sp.gov.br/mortandade/causas_oxigenio.php" rel="nofollow" rel="nofollow">Oxigênio Dissolvido</a> e fazer as primeiras experiências no sentido de construir sensores de qualidade de água para os rios de Ubatuba. Guima dedicou algum tempo a ajustar o sistema e encontrar maneiras de registrar os dados gerados. É necessário acrescentar que temos consciência de que o Oxigênio Dissolvido é somente uma entre diversas mensurações possíveis para verificar a qualidade de água. É um dado que varia a partir de diversas condições, e portanto não é uma medida definitiva. Mas na proposta de primeiro passo em um laboratório que dedique tempo, recursos e talento a esse tipo de desenvolvimento, parece-nos um começo apropriado. No momento, não estamos buscando um índice objetivo, e sim a possibilidade de comparar diferentes pontos do rio e/ou diferentes momentos da água que corre por ele.</p>
<p>Hoje à tarde, como dizia, começamos com a programação mais intensiva. Esta edição do Ensaio Tropixel é uma parceria com o <a href="http://labmovel.net" rel="nofollow" rel="nofollow">Labmovel</a>, coordenado por Lucas Bambozzi e Gisela Domschke. A convite do Labmovel, o artista Fernando Velázquez veio a Ubatuba trazendo um drone <a href="http://www.dji.com/product/phantom-2" rel="nofollow" rel="nofollow">Phantom 2</a>. A partir de conversas que aconteceram durante o Festival Tropixel, voltamos a atenção da oficina ao Rio Acaraú, que vem desde o pé da serra, Sesmaria e Estufa II, depois atravessa a Rio-Santos e corta o Itaguá até chegar ao mar. A ideia hoje era juntarmos uma reflexão com referência na cartografia - voltar os olhos para o chão, as curvas do rio e as maneiras de chegar até ele - com a possibilidade de gerar dados a partir de um protótipo de sensor.</p>
<p>Reunimos os participantes no Tancredo para uma primeira conversa, e depois fomos em busca do rio. Alguns participantes carregavam smartphones com aplicativos de rastreamento via GPS, com a missão de registrar os trajetos com imagens e anotações. Paramos primeiramente no ponto onde o rio passa por debaixo da Rio-Santos, perto do trevo da Praia Grande. Fizemos ali algumas medições com o sensor e imagens aéreas com o drone. Em seguida, paramos em um ponto entre Itaguá e Tenório que tem outro acesso ao rio. Por fim, paramos na foz do Acaraú no canto direito do Itaguá, ao lado do morro.</p>
<p>Encerramos o dia com trilhas de GPS, dados de testes de oxigênio dissolvido na água e imagens aéreas. Amanhã, domingo, das 10h às 13h, vamos novamente nos reunir para agregar estes dados e pensar em como dar sentido a eles. O encontro está marcado para o Terminal Marítimo Comodoro Magalhães, no canto direito do Itaguá (pouco depois da Capitão Felipe). A programação é aberta a todos os interessados.</p>
<p>Acompanhe também:</p>
<a href="https://www.flickr.com/photos/felipefonseca/sets/72157643489073504/" rel="nofollow" rel="nofollow">Imagens no Flickr</a>
<a href="https://twitter.com/search?q=%23tropixel&src=hash" rel="nofollow" rel="nofollow">#tropixel no Twitter</a>
<a href="https://drive.google.com/file/d/0B0w1lmHfuaQ3cDZ2S0dkZGdnV2c/edit?usp=sharing" rel="nofollow" rel="nofollow">Trajeto percorrido hoje (KMZ)</a>
<a href="http://mapascoletivos.com.br/maps/5340bf0d8a885ec8785f01be/" rel="nofollow" rel="nofollow">Mapa com informações levantadas</a> (em construção)
<a href="http://ubalab.org/blog/ensaio-tropixel-1" title="Ensaio Tropixel #1" lang="en_GB" rev="large" class="FlattrButton" rel="nofollow">A primeira edição do Ensaio Tropixel começou hoje em Ubatuba. Na verdade, já estávamos trabalhando e preparando algumas coisas ao longo da semana passada. Os Ensaios Tropixel propõem-se a estender e aprofundar questões que surgiram durante a realização do Festival Tropixel, em outubro de 2013, além de começar a preparar o terreno para a próxima edição do Festival, que esperamos organizar no segundo semestre deste ano. Para esta primeira edição, aproximamos dois eixos: mapeamento comunitário e monitoramento ambiental. A ideia é articular o vocabulário das cartografias digitais com as diversas possibilidades que surgem do maior acesso a sensores digitais interconectados.Quarta-feira, Guima-san chegou de São Paulo para oferecer uma oficina de hardware livre e sensores a alunos do Curso de Informática na Escola Técnica Municipal Tancredo Neves. O tempo foi curto, mas deu para ter alguma ideia das possibilidades. No dia seguinte, reunimos algumas pessoas de Ubatuba que trabalham com tecnologia e educação na Biblioteca Municipal, onde fica o antigo telecentro GESAC - e que se tudo der certo vai transformar-se no Espaço TEC de Ubatuba - para começar a testar um sensor de Oxigênio Dissolvido e fazer as primeiras experiências no sentido de construir sensores de qualidade de água para os rios de Ubatuba. Guima dedicou algum tempo a ajustar o sistema e encontrar maneiras de registrar os dados gerados. É necessário acrescentar que temos consciência de que o Oxigênio Dissolvido é somente uma entre diversas mensurações possíveis para verificar a qualidade de água. É um dado que varia a partir de diversas condições, e portanto não é uma medida definitiva. Mas na proposta de primeiro passo em um laboratório que dedique tempo, recursos e talento a esse tipo de desenvolvimento, parece-nos um começo apropriado. No momento, não estamos buscando um índice objetivo, e sim a possibilidade de comparar diferentes pontos do rio e/ou diferentes momentos da água que corre por ele.Hoje à tarde, como dizia, começamos com a programação mais intensiva. Esta edição do Ensaio Tropixel é uma parceria com o Labmovel, coordenado por Lucas Bambozzi e Gisela Domschke. A convite do Labmovel, o artista Fernando Velázquez veio a Ubatuba trazendo um drone Phantom 2. A partir de conversas que aconteceram durante o Festival Tropixel, voltamos a atenção da oficina ao Rio Acaraú, que vem desde o pé da serra, Sesmaria e Estufa II, depois atravessa a Rio-Santos e corta o Itaguá até chegar ao mar. A ideia hoje era juntarmos uma reflexão com referência na cartografia - voltar os olhos para o chão, as curvas do rio e as maneiras de chegar até ele - com a possibilidade de gerar dados a partir de um protótipo de sensor.Reunimos os participantes no Tancredo para uma primeira conversa, e depois fomos em busca do rio. Alguns participantes carregavam smartphones com aplicativos de rastreamento via GPS, com a missão de registrar os trajetos com imagens e anotações. Paramos primeiramente no ponto onde o rio passa por debaixo da Rio-Santos, perto do trevo da Praia Grande. Fizemos ali algumas medições com o sensor e imagens aéreas com o drone. Em seguida, paramos em um ponto entre Itaguá e Tenório que tem outro acesso ao rio. Por fim, paramos na foz do Acaraú no canto direito do Itaguá, ao lado do morro.Encerramos o dia com trilhas de GPS, dados de testes de oxigênio dissolvido na água e imagens aéreas. Amanhã, domingo, das 10h às 13h, vamos novamente nos reunir para agregar estes dados e pensar em como dar sentido a eles. O encontro está marcado para o Terminal Marítimo Comodoro Magalhães, no canto direito do Itaguá (pouco depois da Capitão Felipe). A programação é aberta a todos os interessados.Acompanhe também: Imagens no Flickr #tropixel no Twitter Trajeto percorrido hoje (KMZ) Mapa com informações levantadas (em construção)</a>aliadxsandroidblogsdronesensaio tropixelfeedsgpsiotlabmovelmapasmapeamentoprojetossensorestropixelubalabubatubaSun, 06 Apr 2014 02:34:51 +0000felipefonseca13207 at http://efeefe.no-ip.orgSIMAP-LN
http://efeefe.no-ip.org/agregando/simap-ln
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<p>Deu no <a href="http://litoralsustentavel.org.br/noticias-regiao/sistema-desenvolvido-no-cietec-reune-informacao-ambiental-do-litoral-norte-de-sao-paulo/" rel="nofollow" rel="nofollow">Litoral Sustentável</a>:</p>
<blockquote>
<p>Um sistema online desenvolvido no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), instituição ligada à USP, irá produzir um banco de dados georreferenciados sobre os aspectos ambientais do Litoral Norte do Estado de São Paulo. Criado pela empresa SALT Ambiental, incubada no Cietec, o Sistema Integrado de Monitoramento Ambiental Participativo do Litoral Norte (SIMAP-LN) permite que qualquer pessoa com acesso a internet tenha acesso aos dados disponíveis e se cadastre para contribuir com novas observações. O SIMAP-LN reúne informações sobre praias, pontos de mergulho, avistamento de animais marinhos e crimes ambientais ocorridos na região.</p>
</blockquote>
<p>O site está disponível <a href="http://www.simapln.com.br/" rel="nofollow" rel="nofollow">aqui</a>. Por enquanto tem pouca informação, mas pelo que entendi eles esperam receber contribuições de forma colaborativa. Também não vi nenhuma informação técnica: não entendi se o sistema está baseado em alguma tecnologia que já existia, se faz uso de tecnologias livres ou se está integrado a outras iniciativas. Nem de que forma se prevê sua sustentação futura. É uma iniciativa interessante, mas espero que não seja mais um daqueles projetos feitos por instituições que não estão enraizadas no cenário local e que depois de algum tempo simplesmente desaparecem.</p><a href="http://ubalab.org/blog/simap-ln" title="SIMAP-LN" lang="en_GB" rev="large" class="FlattrButton" rel="nofollow">Deu no Litoral Sustentável: Um sistema online desenvolvido no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), instituição ligada à USP, irá produzir um banco de dados georreferenciados sobre os aspectos ambientais do Litoral Norte do Estado de São Paulo. Criado pela empresa SALT Ambiental, incubada no Cietec, o Sistema Integrado de Monitoramento Ambiental Participativo do Litoral Norte (SIMAP-LN) permite que qualquer pessoa com acesso a internet tenha acesso aos dados disponíveis e se cadastre para contribuir com novas observações. O SIMAP-LN reúne informações sobre praias, pontos de mergulho, avistamento de animais marinhos e crimes ambientais ocorridos na região.O site está disponível aqui. Por enquanto tem pouca informação, mas pelo que entendi eles esperam receber contribuições de forma colaborativa. Também não vi nenhuma informação técnica: não entendi se o sistema está baseado em alguma tecnologia que já existia, se faz uso de tecnologias livres ou se está integrado a outras iniciativas. Nem de que forma se prevê sua sustentação futura. É uma iniciativa interessante, mas espero que não seja mais um daqueles projetos feitos por instituições que não estão enraizadas no cenário local e que depois de algum tempo simplesmente desaparecem.</a>blogsfeedsgeolitoral nortemapeamentoprojetosubalabubatubaFri, 21 Mar 2014 19:46:06 +0000felipefonseca13178 at http://efeefe.no-ip.orgEnsaio Tropixel
http://efeefe.no-ip.org/agregando/ensaio-tropixel
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<p>Com o objetivo de continuar e aprofundar as colaborações que surgiram a partir da realização do festival Tropixel em outubro passado, estamos elaborando uma programação mais focada e em pequena escala. São os Ensaios Tropixel, dedicados a desenvolver ideias e concretizá-las. A primeira edição acontece no fim de semana de 5 e 6 de abril, aqui em Ubatuba, e será realizada em parceria com o Labmovel. <a href="/ensaio/abril14" rel="nofollow" rel="nofollow">Saiba mais sobre o Ensaio Tropixel #1</a> e participe!</p>
<p><a href="http://tropixel.ubalab.org/ensaio/abril14" title="http://tropixel.ubalab.org/ensaio/abril14" rel="nofollow" rel="nofollow">http://tropixel.ubalab.org/ensaio/abril14</a><br />
</p><a href="http://ubalab.org/blog/ensaio-tropixel" title="Ensaio Tropixel" lang="en_GB" rev="large" class="FlattrButton" rel="nofollow">Com o objetivo de continuar e aprofundar as colaborações que surgiram a partir da realização do festival Tropixel em outubro passado, estamos elaborando uma programação mais focada e em pequena escala. São os Ensaios Tropixel, dedicados a desenvolver ideias e concretizá-las. A primeira edição acontece no fim de semana de 5 e 6 de abril, aqui em Ubatuba, e será realizada em parceria com o Labmovel. Saiba mais sobre o Ensaio Tropixel #1 e participe!http://tropixel.ubalab.org/ensaio/abril14 </a>blogseventosfeedsgeogpsmapeamentoprojetostropixelubalabubatubaWed, 12 Mar 2014 01:43:45 +0000felipefonseca13176 at http://efeefe.no-ip.orgMapeando Ubatuba
http://efeefe.no-ip.org/agregando/mapeando-ubatuba
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<p>Parte do projeto <a href="http://ubalab.org" rel="nofollow" rel="nofollow">Ubalab</a> é propor <a href="/tag/mapas" rel="nofollow" rel="nofollow">experiências com mapeamento digital</a> em Ubatuba. Na iminência do <a href="http://rede.metareciclagem.org/wiki/HiperTropicalAjude" rel="nofollow" rel="nofollow">Encontrão Hipertropical de MetaReciclagem</a> que acontece semana que vem na cidade, quero aproveitar para exibir o site onde estou registrando algumas dessas experiências. Como já <a href="/blog/editando-mapas" rel="nofollow" rel="nofollow">comentei antes</a>, o site sobrepõe à base do <a href="http://www.openstreetmap.org/" rel="nofollow" rel="nofollow">openstreetmap</a> uma camada de conteúdo personalizado.</p>
<p><img alt="" src="/sites/ubalab.org/files/images/2012-05-19_mapas-ubalab.png" /></p>
<p>Até agora, estava me baseando na minha experiência pessoal - espaços na cidade que representassem para mim alguma coisa em termos culturais, ambientais ou sociais. Não me detive muito nesse aspecto, estava mais interessado em entender melhor os processos ligados ao mapeamento em si. Mas o Encontrão parece uma boa oportunidade para ampliar um pouco esse escopo, então nos próximos dias vou inserir mais pontos - inclusive alguns envolvidos com o Encontrão -, arrumar alguns detalhes e, principalmente, abrir um <a href="http://mapas.ubalab.org/form/mapeamento" rel="nofollow" rel="nofollow">espaço para contribuições ao mapa</a>. Se você tem alguma sugestão sobre lugares que deveriam estar no mapa e ainda não estão lá, por favor <a href="http://mapas.ubalab.org/form/mapeamento" rel="nofollow" rel="nofollow">mande sua contribuição</a>.</p>
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http://efeefe.no-ip.org/agregando/ciencia-cidada-conversa-com-andres-burbano
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<p><img alt="" src="http://farm8.staticflickr.com/7196/7069436117_f3e575a326_d.jpg" /></p>
<p>No começo<img align="right" alt="" src="http://farm6.staticflickr.com/5469/7069436193_edb1120b48_n_d.jpg" width="180" /> de março aconteceu a etapa do Rio de Janeiro do <a href="http://www.artemov.net/circuito2012/" rel="nofollow" rel="nofollow">circuito Arte.mov</a>, evento que se define como um “espaço para a produção e reflexão crítica em torno da chamada 'cultura da mobilidade'”. A programação contou com debates e apresentações no Parque das Ruínas, na capital fluminense, além de uma oficina de cartografia experimental com o artista e pesquisador colombiano <a href="http://burbane.org" rel="nofollow" rel="nofollow">Andres Burbano</a>. A oficina seria realizada novamente no dia seguinte, na <a href="http://nuvem.tk" rel="nofollow" rel="nofollow">Nuvem</a>, Hacklab Rural em Visconde de Mauá – na região serrana entre Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Burbano desenvolve atualmente na Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, EUA, sua pesquisa de doutorado sobre a história das tecnologias de comunicação na América Latina. Ele explora a interação entre ciência, arte e tecnologia, experimentando com possibilidades de desenvolvimento da chamada “ciência cidadã”. A oficina que realizou no Rio e em Mauá tratava de mapeamento aéreo a partir de câmeras digitais presas a balões feitos à mão. Cada balão flutuava por alguns minutos, fazendo fotos que depois seriam utilizadas para gerar cartografias colaborativas da região. Conversamos por alguns minutos, acompanhados dos artistas Bruno Vianna e Cinthia Mendonça, que coordenam a Nuvem junto com Luciana Fleischmann. A conversa começou durante a oficina de mapeamento aéreo.</p>
<p>Felipe Fonseca: O que isso tudo tem a ver com ciência?</p>
<p>Andres Burbano: A ideia da oficina com os balões é explorar a ciência cidadã. Como o cidadão comum - você, eu, o professor ali - pode projetar de forma barata experimentos que ajudem a tomar decisões, pressionar o governo, entender onde estamos.</p>
<p>FF quero entender essa inflexão da ideia de ciência com o cidadão. A tal ciência hacker, ciência livre. Nesse campo de fronteira, qual é o limite? O que é considerado dentro da ciência, ou fora dela? Em certo sentido, a ciência é um sistema internacional de comunicação...</p>
<p>AB Isso. Um sistema interessante, mas não perfeito. Um dos problemas que tem a ciência como instituição (e é um problema da ciência na Europa, EUA e Japão, não só aqui na América Latina) é que ela perdeu o contato com as pessoas, com o cidadão comum, com o cotidiano. Tem um discurso muito elevado que não se conecta ao cidadão. E o cientista diz "As pessoas não estão interessadas no meu trabalho. Como é possível?". Mas ele mesmo não faz um esforço para se conectar a elas. Esse gap não é só do cientista. É nosso também. Pense na ferramenta que a gente está usando agora, a fotografia digital. Há 10, 20 anos era inacessível, mas já estava lá. Agora temos uma câmera de 60 dólares, potencialmente mais barata, modificada com software livre, para usar como quisermos.</p>
<p><img alt="" src="http://farm8.staticflickr.com/7252/7069436123_4a611c538c_d.jpg" /></p>
<p>FF Mas voltando à articulação disso com o aspecto de “cidadão”... existe o âmbito do conhecimento tradicional, o homem que vive do campo e sabe a melhor época para a colheita, quando plantar, os sinais do clima, etc. Isso pode ser considerado conhecimento técnico aplicado. Qual a diferença disso para a ciência?</p>
<p>AB Em primeiro lugar existe o aspecto metodológico. Não afirmo que toda ciência se reporte ao método científico, o que seria um equívoco. Mas tem um aspecto metodológico importante: testar, retornar e fazer. E a ciência tem a mente da dúvida. Isso é muito importante. Com esse tipo de experimento, precisamos evitar que a motivação converta toda a intuição em certeza. É como eu trabalho, por exemplo. Eu trato de comunicar, de desenvolver uma interface entre o conhecimento científico muito especializado e experiências comuns.</p>
<p>FF De onde veio esse interesse? Sei que pesquisas a história da ciência na América Latina, mas ao mesmo tempo buscas colaborar com coisas que estão além da ciência - na arte, na educação, engajamento social. Por exemplo, essa experimentação com balões poderia ser feita totalmente dentro da universidade. O que te move a buscar colaborações fora dela também?</p>
<p>AB Sou uma pessoa de interface. Trabalho na interface entre ciência e arte, entre universidade e comunidade. Eu comecei a compreender isso bem quando estávamos trabalhando no projeto Bogotá Wifi, modificando antenas de TV pra fazer wifi público. Outros grupos similares estavam seguindo o modelo hacker: faça-você-mesmo, em rede. Mas eu parei um momento e falei: "fizemos tudo que está no website, mas como vamos testar se a antena está realmente funcionando?" Então convenci alguns cientistas com os laboratórios apropriados para testar antenas, para que nos ajudassem a selecionar quais antenas funcionavam melhor. E fez uma diferença incrível, porque eles tinham os instrumentos. E ficaram interessados no que a gente fazia.</p>
<p>FF Por quê?</p>
<p>AB Porque eles têm um mundo científico muito chato.</p>
<p>FF E imagino que uma sensação de distanciamento, de não ter impacto na realidade. Mas deixa eu perguntar uma coisa: por que falas sobre cientistas como “eles”?</p>
<p>Cinthia Mendonça: Eu acho que seus trabalhos são muito científicos.</p>
<p>AB Sou pesquisador, é diferente.</p>
<p>CM O que é um cientista?</p>
<p>FF É, o que te difere de um cientista?</p>
<p>AB Acho que a formação metodológica. E o trabalho metodológico de aproximação ao problema. Eu me aproximo ao problema principalmente com curiosidade e depois me envolvo afetivamente. ..</p>
<p>FF Talvez teu resultado esperado seja não necessariamente uma afirmação, mas sim outras perguntas, em vez de ansiar por respostas?</p>
<p>AB Pode ser. Minha tese de mestrado foi dialogar com cientistas da neurologia. Era um documentário online. Eu li muito, o suficiente para poder extrair perguntas que fizessem sentido pra eles. E depois voltava a perguntas mais básicas. Uma recorrente era “qual a principal questão científica que te move?” E pra minha surpresa havia alguns que não sabiam dizer. Estranhavam a pergunta. Diziam: “já falei, trabalho com tal coisa, um elemento químico que em microssegundos, pode explicar como acontece a sinapse”. Outros diziam: pra mim a questão é como o cérebro computa.</p>
<p>FF Um certo distanciamenteo causado pela hiperespecialização? No momento em que a pessoa começa a fazer as coisas de uma forma mecânica, e a pergunta inicial, o que aproximou ele daquele assunto, sumiu?</p>
<p>Bruno Vianna: Depois do insight você passa a repetir a mesma coisa mecanicamente o resto da vida .</p>
<p>FF Eu queria te ouvir também sobre a aproximação entre ciência e cultura hacker: software livre, cultura livre, redes. E tem um ponto interessante: a ideia de compartilhar documentação, publicar com licenças livres, é presente nas culturas emergentes da internet. Por sua vez, a internet tem uma influência do mundo da ciência, uma influência acadêmica, muito forte.</p>
<p>AB Sim, a WWW foi criada para compartilhar conhecimento científico.</p>
<p>FF Exato. E como essa influência da ciência como protocolo de comunicação volta para a própria ciência a partir da cultura da internet, que adota um discurso sobre a necessidade de flexibilizar a prática científica?</p>
<p>AB O que eu vejo é isso, que a ciência tem um sistema por vezes estruturado demais. E ela não consegue cobrir tudo que poderia, ou idealmente deveria, cobrir. E assim necessita que outros níveis da sociedade estejam ali. Porque o cientista não pode e muitas vezes não quer ocupar aquele espaço. Nos EUA, no momento, se está encarando um problema seriíssimo. Uma grande parte da sociedade não acredita nos cientistas de modo geral. Não porque a ciência não dê resultados, ou porque deu origem à bomba atômica. Não creem por motivos religiosos, e em parte isso é projeto político consciente do Partido Republicano. Afirmam que dados científicos que comprovam a seleção natural são mentira. E estão influenciando o conteúdo das escolas. Então a discussão vai tão longe que surge hoje a pergunta: “você concorda que a evolução seja ensinada nos colégios”? Quando a pergunta necessária deveria ser: “você concorda que o criacionismo seja ensinado”? Porque a escola existe para uma educação científica, para disseminar conhecimento. Por que isso acontece? Porque o sistema cientifico não conseguiu manter uma maneira de se comprometer com a sociedade de maneira ótima. Construiu sim para dentro, para legislar, validar conhecimento. Um sistema sofisticado, muito interessante, com a revisão de pares e tudo mais. Mas ao ponto de vista da sociedade não conseguem mais voltar, não sabem como.</p>
<p><img alt="" src="http://farm6.staticflickr.com/5235/7069436185_89a923898a_d.jpg" /></p>
<p>FF Essas iniciativas de cooperação entre ciência e outros campos podem ser um caminho interessante para buscar esse contato entre ciência e sociedade?</p>
<p>AB Sem dúvida. Principalmente na aproximação com a cultura hacker. O que o hacker traz é o sentido de comunidade. Não existe um hacker sozinho, como pode existir em outras práticas. A ciência cidadã, assim, vai compartilhar conhecimento, atribuir tarefas, mudar planos coletivamente. O perigo, do meu ponto de vista, é negar o valor do conhecimento do cientista experiente. O faça-você-mesmo tem limites. Quando se trabalha com um cientista experiente, ao qual se podem propor coisas, os limites desaparecem. Eu participei de um projeto de mapeamento arqueológico onde isso ficou claro. Encontramos uma pessoa que conhecia metodologias sobre como fazer o mapeamento do lugar por linhas, medindo ângulos de 90 graus pra saber a altitude de casa elemento. A princípio ficamos só olhando. Depois ele mostrou os dados, e estavam perfeitos. Não havia nenhum erro, nenhum problema. Ou seja, a gente precisa deles. E eles encontram o quê quando vêm para esse lado? Gente curiosa, que se interessa pelo trabalho deles. E isso para eles é incrível. Grande parte da sociedade não está interessada no trabalho científico.</p>
<p>FF Eu consigo entender um cientista no meio de carreira que se aproxime desses projetos porque encontra ali um respeito. Mas o cientista no topo da hierarquia, também tem interesse em colaborar com não-cientistas?</p>
<p>AB Tem, tem. Não todos. Mas eu vejo cada vez mais cientistas que veem as perguntas que a gente faz como interessantes. E que podem ceder tempo de seus laboratórios e deles próprios para explorá-las. Agora, em primeiro lugar é necessário aproximar-se com respeito. Em segundo, precisamos ter o mínimo de conhecimento pra negociar com eles. E terceiro, não podemos ter medo de perguntar coisas malucas. Quando você dá mais espaço para perguntas inusitadas, eles se surpreendem e prestam atenção.</p>
<p>Cinthia Mendonça tem o lugar da criatividade do artista, que é uma relação diferente... você consegue imaginar muitas coisas malucas.</p>
<p>AB Claro. Inclusive, os cientistas mais importantes do sécuo XX se posicionavam de maneira clara nesse sentido. Einstein falava que "para a inovação, a imaginação é mais importante que o conhecimento". E isso tem tudo a ver com ciência cidadã - a união de insight com método, que pode gerar inovação.</p>
<p>FF O que é inovação?</p>
<p>AB Eu trabalho com isso. É quando um processo ou aparelho inventado encontra eco na sociedade. A invenção pode ser individual e ficar só nisso. Para ser considerada inovação, precisa ter impacto, mesmo que numa comunidade específica.</p>
<p>BV E as patentes nisso tudo?</p>
<p>AB A patente tem uma história interessante. Originalmente, foi feita para proteger o trabalho. Por exemplo, "eu fiz esse copo que todo mundo copia”. Foi um trabalho que gerou valor, e isso deve ser devidamente atribuído. O problema é que no século XX se desenvolve um conflito. O conflito do inventor que se torna empreendedor, como Thomas Edison. A sociedade inteira muda com a eletricidade e isso gera um império. Em pouco tempo, a patente passa a ser instrumento de manutenção de privilégios. E se torna um problema - em vez de proteger ela acaba pelo contrário por bloquear a invenção.</p>
<p>BV Tem a questão do acesso ao sistema de patentes, que é muito caro ...</p>
<p>AB E isso vira uma questão do mundo jurídico. Muitas empresas de tecnologia hoje têm mais equipes de advogados do que de inovadores tecnológicos. Porque a patente é, claro, um problema legal e burocrático, mas também de argumentação.</p>
<p>BV Pois é. Nenhum invento é criado a partir do nada. A argumentação é necessária para convencer de que aquele invento específico tem uma diferença significativa em relação a milhões de coisas que já existem. Esse limite sobre a diferença relevante é muito discutível.</p>
<p>CM outra distorção é quando não é um invento, mas descoberta. Aconteceu com alguns frutos da flora brasileira que foram patenteados.</p>
<p>AB Eu li há pouco a patente americana da Ayahuasca, que acabou de vencer. É insultante, em todos os níveis. Como uma coisa biológica pode ser patenteada? Escrevi um pequeno artigo sobre isso. Na Colômbia a gente falava muito sobre isso, mas ninguém pensava em patentes. Falávamos sobre o processo, mas nunca a planta.</p>
<p>CM Como é possível patentear uma planta que existe?.</p>
<p>AB Ele ganhou os vinte anos da patente, mas houve tanta pressão social que não continuou o desenvolvimento de medicamentos. Mas legalmente ele estava protegido. A patente venceu em 2010. Mais uma vez: a patente, em vez de proteger a invenção, protege os interesses de corporações.</p>
<p>Esta entrevista foi realizada com o apoio do <a href="http://www.ccebrasil.org.br/" rel="nofollow" rel="nofollow">Centro Cultural da Espanha em São Paulo</a>. Publicada também na <a href="http://arquivovivo.org.br/archives/artwork/ciencia-cidada-%E2%80%93-conversa-com-andres-burbano" rel="nofollow" rel="nofollow">plataforma Arquivo Vivo</a>.</p>
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var flattr_dsc = '<p><img alt="" src="http://farm8.staticflickr.com/7196/7069436117_f3e575a326_d.jpg" /></p><p>No começo<img align="right" alt="" src="http://farm6.staticflickr.com/5469/7069436193_edb1120b48_n_d.jpg" width="180" /> de março aconteceu a etapa do Rio de Janeiro do <a href="http://www.artemov.net/circuito2012/" rel="nofollow">circuito Arte.mov</a>, evento que se define como um “espaço para a produção e reflexão crítica em torno da chamada 'cultura da mobilidade'”. A programação contou com debates e apresentações no Parque das Ruínas, na capital fluminense, além de uma oficina de cartografia experimental com o artista e pesquisador colombiano <a href="http://burbane.org" rel="nofollow">Andres Burbano</a>. A oficina seria realizada novamente no dia seguinte, na <a href="http://nuvem.tk" rel="nofollow">Nuvem</a>, Hacklab Rural em Visconde de Mauá – na região serrana entre Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Burbano desenvolve atualmente na Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, EUA, sua pesquisa de doutorado sobre a história das tecnologias de comunicação na América Latina. Ele explora a interação entre ciência, arte e tecnologia, experimentando com possibilidades de desenvolvimento da chamada “ciência cidadã”. A oficina que realizou no Rio e em Mauá tratava de mapeamento aéreo a partir de câmeras digitais presas a balões feitos à mão. Cada balão flutuava por alguns minutos, fazendo fotos que depois seriam utilizadas para gerar cartografias colaborativas da região. Conversamos por alguns minutos, acompanhados dos artistas Bruno Vianna e Cinthia Mendonça, que coordenam a Nuvem junto com Luciana Fleischmann. A conversa começou durante a oficina de mapeamento aéreo.</p>';
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http://efeefe.no-ip.org/agregando/tracando-e-seguindo
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<p>Experimentando por aqui com rastros de GPS, desenho de mapas, <a href="http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Mapping_techniques" rel="nofollow" rel="nofollow">técnicas de mapeamento</a> e outras coisas. Usei um pouco do <a href="http://qgis.org/" rel="nofollow" rel="nofollow">Quantum GIS</a> (com o qual já tinha brincado um pouco no <a href="http://blog.redelabs.org/blog/hacklab-enredado" rel="nofollow" rel="nofollow">Pará</a>), interessante pra aplicações mais complexos, e com o <a href="http://merkaartor.be/" rel="nofollow" rel="nofollow">Merkaartor</a> - mas acabei me contentando com o <a href="http://josm.openstreetmap.de/" rel="nofollow" rel="nofollow">JOSM</a>.</p>
<p><img alt="JOSM - baixando mapa" src="http://farm8.staticflickr.com/7162/6814997095_c2eafa5202_d.jpg" /></p>
<p>Fiquei surpreso ao descobrir que muitas ruas do centro de Ubatuba foram desenhadas no <a href="http://openstreetmap.org" rel="nofollow" rel="nofollow">OSM</a> desde a última vez que tinha olhado.</p>
<p><img alt="JOSM - Ubatuba" src="http://farm8.staticflickr.com/7022/6814997109_8f445caea3_d.jpg" /></p>
<p>Pude constatar que muitas das trilhas que eu capturo direto na rua, com o <a href="http://code.google.com/p/osmtracker-android/" rel="nofollow" rel="nofollow">OSM Tracker no celular</a>, têm uma oscilação muito grande de precisão. Sobrepor uma imagem aérea me deu uma segurança muito maior para visualizar, corrigir e adicionar trechos de ruas.</p>
<p><img alt="JOSM - Foto aérea - Ilha dos pescadores" src="http://farm8.staticflickr.com/7152/6814997111_828d5d6885_d.jpg" /></p><p><a href="http://ubalab.org/blog/tracando-e-seguindo" target="_blank" rel="nofollow">leia mais</a></p>blogsfeedsgeojosmmapasmapeamentoopenstreetmapprojetosubalabubatubaSun, 26 Feb 2012 03:27:18 +0000felipefonseca12037 at http://efeefe.no-ip.orgCartografias Insurgentes
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<p>Na próxima semana rola no Rio de Janeiro o <a href="http://cartografiasinsurgentes.midiatatica.info/" rel="nofollow" rel="nofollow">Laboratório de Cartografias Insurgentes</a>, que propõe o desenvolvimento de ações de mapeamento articuladas com o cenário de desenvolvimento urbano no Rio - em especial as remoções e desalojamentos decorrentes das preparações para os megaeventos que a cidade vai receber nos próximos anos. Infelizmente eu não posso ir, mas vou acompanhar os desenvolvimentos.</p>blogsfeedsgeomapeamentoprojetosriorjubalabubatubaFri, 09 Sep 2011 13:28:44 +0000felipefonseca11393 at http://efeefe.no-ip.orgEixos do UbaLab
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Esse post é uma adaptação dos eixos de ação propostos no <a href="http://ubalab.org/blog/ubalab-polo-de-tecnologias-livres-status" rel="nofollow" rel="nofollow">projeto que foi selecionado</a> como Esporo de Cultura Digital em edital do Ministério da Cultura. Mais informações sobre a situação atual do projeto, <a href="http://ubalab.org/blog/ubalab-polo-de-tecnologias-livres-status" rel="nofollow" rel="nofollow">aqui</a>.
</p></blockquote>
<p>UbaLab é um laboratório experimental dinâmico que consiste em uma série de ações coordenadas destinadas a integrar o potencial humano, cultural e ambiental às novas tecnologias, em especial aos referenciais da cultura digital brasileira e da MetaReciclagem, por meio da produção multimídia livre e da arte eletrônica.<br />
Os focos principais de investigação e atuação são apropriação e reuso de tecnologias, interconexão em rede de culturas tradicionais, sustentabilidade, preservação do meio ambiente, educação para a inovação, autonomia.<br />
A intenção é uma atuação de longo prazo, articulando uma conversa aprofundada e engajada, na busca de modelos de desenvolvimento econômico e cultural adequados ao século XXI, dando origem a uma composição dinâmica entre o enraizamento cultural e as novas culturas hiperconectadas.<br />
O atuação baseia-se em quatro eixos interrelacionados:</p>
<p><a href="http://ubalab.org/blog/eixos-do-ubalab" target="_blank" rel="nofollow">leia mais</a></p>blogscultura digitaleixosfeedsgeointercâmbiomapasmapeamentometareciclagemosmprojetoprojetosresidênciasubalabubatubaWed, 16 Feb 2011 04:09:45 +0000felipefonseca10064 at http://efeefe.no-ip.orgMapeamento de Novas Mídias e Cultura Digital no Brasil
http://efeefe.no-ip.org/agregando/mapeamento-de-novas-m%C3%ADdias-e-cultura-digital-no-brasil
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<p><img align="right" src="http://www.virtueelplatform.nl/en/media/content/2279_small.jpg" alt="mapeamento" />Entre o fim de 2008 e o começo desse ano, colaborei com um estudo desenvolvido por <a href="http://boundaryobject.org" rel="nofollow">Bronac Ferran</a> sobre novas mídias e cultura digital no Brasil, a pedido do Ministério da Cultura da Holanda. O documento foi lançado por lá há três meses, e amanhã (terça-feira 16/06) será o lançamento em São Paulo. Infelizmente, não estarei presente, mas vai aqui o link para o <a href="http://www.virtueelplatform.nl/en/#2646" rel="nofollow">estudo em inglês</a>, publicado pela Virtueel Platform. Estou trabalhando numa versão em português, que deve ficar pronta em julho. Pra quem tem pressa, vou publicando as versões parciais (e sem revisão!) <a href="http://desvio.weblab.tk/pub/mapeamentobr" rel="nofollow">aqui</a>.</p>brasildesviomapeamentopesquisapublicaçõesMon, 15 Jun 2009 22:30:15 +0000felipefonseca5813 at http://efeefe.no-ip.org